sábado, 24 de março de 2012

Entrevista com o Prof. Robson Ricardo Teixeira



Imagem ilustrando oito alótropos de carbono, entre eles, o fulereno buckminster (d)  
Com o propósito de dar margem à opinião dos que compareceram às palestras, entrevistamos o Prof. Robson Ricardo Teixeira. Se você também já assistiu a alguma palestra do Nobel Harold Kroto ou trabalha/se interessa pelo ramo da nanotecnologia, deixe um comentário construtivo e ajude-nos a conhecer diferentes pontos de vista sobre o tema.


Como lhe pareceu a palestra?
O prof. Harold Kroto me pareceu bastante honesto, franco, sendo interessante citar a resposta de Kroto ao questionamento sobre qual seria a utilidade do fulereno buckminster. Ele suscintamente respondeu que a utilidade prática do alótropo que lhe trouxe o Nobel ainda não existia de fato. Uma consideração relevante pode ser feita a partir da força com que Kroto teve e tem com os jovens, adolescentes em especial. Isso é essencial, reconhecendo que figuras influentes no ramo das ciências como Harold, sempre são um exemplo para as novas gerações, em daqueles que quem sabe tornar-se-ão pesquisadores e cientistas bem sucedidos.  

E a respeito da nanotecnologia, a palestra ministrada pelo prof. Kroto lhe trouxe uma nova visão acerca do assunto? Aliás, o que lhe vem em mente quando o tema é nanotecnologia?
Nas duas palestras que assisti Kroto esclareceu que futuramente poderia haver uma forma de  explorar o fulereno a nível industrial, assim como aproveita-se os nanotubos de carbono atualmente. Minha opinião é que ele se priorizou tópicos do tema da segunda palestra e a divulgação da Fundação Veja na Inglaterra. Sobre a nanotecnologia, mesmo não sendo o ramo com o qual trabalho, reconheço que esse é um campo que se encontra amplo. Inclusive poso citar que um artigo da revista Química Nova, publicado em 2008, poderia ter alguma relação com o qual atuo, no desenvolvimento de novos agroquímicos .

 Turma 2 A

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