terça-feira, 27 de março de 2012

Nanotecnologia em algumas universidades brasileiras




  Desenvolvimento de um novo tecido para curativos através da Incorporação de nanopartículas de prata, que evitam infecções, e enzimas, que aceleram a cicatrização.



 Utilização de nanocompósitos fluorescentes que combinam polímeros condutores com metais nobres e fazem a marcação do DNA dos pacientes, o que torna os exames para a detecção de HPV e dengue mais rápidos e precisos (os testes ficam prontos em uma hora, enquanto os tradicionais demoram de 24 a 72 horas). Tecnologia também testada em enfermidades como leucemia e hepatite.



 Desenvolvimento de nanotubos de carbono que podem encurtar o tempo de recuperação de implantes dentários em pessoas que tiveram perda óssea (utilizando nanotubos de carbono e ácido hialurônico, os pesquisadores chegaram a um novo material que pode reduzir de três meses para um mês e meio o tempo de cicatrização), além de reduzir os custos do procedimento (a quantidade utilizada nos procedimentos é muito pequena, o que torna o procedimento viável).

Fontes:
http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/nanotecnologia-made-in-brazil-24082009-26.shl
http://www.otempo.com.br/otempocontagem/noticias/?IdNoticia=4578
http://www.time2ride.com.br/nanotubos.htm

segunda-feira, 26 de março de 2012

Empresas que desenvolvem pesquisas em nanotecnologia com o objetivo de diminuir custos e promover melhorias em seus produtos


(informações de 2009/2010)


 Desenvolvimento de aditivos para ajudar na remoção do petróleo, sensores capazes de detectar gases e materiais para auxiliar na separação de contaminantes oleosos da água.
Criação de dutos com revestimento autocicatrizante (a ideia é de que o próprio revestimento corrija as falhas e que o vazamento não aumente)
Revestimento para fornos de processamento petroquímico (desenvolvido pela Nanox). O material formado por camadas com espessura de 100 nanômetros impede a aderência do carbono e evita as paradas para limpeza dos fornos, que geram prejuízos de 1 milhão de dólares por dia (esta tecnologia também foi testada por outras empresas brasileiras, além da Petrobrás).



 Linha de tecidos Technopolo Light: Nanomaterial que reduz a retenção de água e produz um ganho de 29% no tempo de secagem do tecido.
Materiais autolimpantes, antimicróbios e antiodores, de forma que alguns tecidos não precisam mais ser tingidos, pois incorporam nanotecnologia para autotingimento.


 Empregou materiais nanoestruturados no rack montado sobre o automóvel Idea Adventure, da Fiat. Através da eliminação da fibra de vidro (que foi substituída por um polímero nanoestruturado que une náilon e nanoargila), obteve-se uma versão 33% mais leve e 20% mais barata que a que era usada.




 Produziu uma língua eletrônica, dispositivo que utiliza sensores nanoestruturados para monitorar a qualidade de bebidas e detectar contaminação na água. E propôs utilizar o mesmo conceito num equipamento para identificar a adulteração de biocombustíveis.
Desenvolvimento de testes sobre a possibilidade de revestir frutos com nanopartículas que impedem o desenvolvimento de fungos.
Investigação quanto à possibilidade de usar, nanoestruturas de celulose para produzir plásticos.



 Desenvolvimento de pesquisas quanto à possibilidade de diminuição das partículas de medicamentos com o objetivo de aumentar a área de contato do fármaco com o meio biológico, acelerando sua ação (EX: inserir nanopartículas nas células cancerosas como forma de mata-las).

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/nanotecnologia-made-in-brazil-24082009-26.shl

Tecnologia brasileira pode acabar com segunda maior causa de morte em transplantes de coração


Baseando-se na história Ilíada, onde os gregos penetraram as muralhas de tróia dentro de um cavalo de madeira, cientistas brasileiros usam da mesma estratégia para reverter um dos maiores problemas do transplante de coração, a doença coronária do transplante.
A tecnologia brasileira promete reverter o quadro dos pacientes, diminuindo significativamente o nível de rejeição do novo coração e, quem sabe, de vários outros tipos de transplantes.
A doença coronária, que é obstrução dos vasos sanguíneos, é a segunda maior causa de morte entre os pacientes que fizeram um transplante, perdendo apenas para a rejeição aguda. Para reverter esse quadro, Neodir Stolf , diretor do Instituto do Coração da USP utilizou de uma nanotecnologia criada pelo seu colega de pesquisa Raul Maranhão.



A ideia de criar o nano-cavalo de Troia surgiu porque as células do câncer atraíam grandes quantidades de partículas de LDL para si. Anos depois, Maranhão descobriu que não apenas as células de câncer, mas qualquer tipo de processo inflamatório atraía essas moléculas. Ele apelidou sua nanopartícula de LDE, pelo fato dela possuir uma proteína que a difere do LDL, a apoE (proteína do colesterol bom).
A partir de um modelo de transplante cardíaco em coelhos de laboratório, os pesquisadores da USP conseguiram provar que o nano-cavalo de Troia consegue reduzir em 50% a gravidade desse tipo de doença coronária.
Como o LDE estava carregado com o fármaco anti-inflamatório, foi possível perceber uma melhora significativa no quadro dos coelhos. “Agora temos uma arma que não existia para tratar um dos principais problemas de transplante do coração”, disse Raul. “A única alternativa seria um segundo transplante, que é completamente inviável”, completou.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/%E2%80%9Cnano%E2%80%9D-cavalo-de-troia-e-a-mais-nova-arma-para-a-conquista-do-transplante-perfeito

Resultados surpreendentes da Nanotecnologia


Entrevista com o Dr. Cauê Ribeiro de Oliveira sobre nanotecnologia


Robô de DNA: cura do câncer?

No Wyss Institute, da Universidade de Harvard, EUA, foi criado um nano-robô com partes de DNA capaz de transportar moléculas para dentro das células humanas. Devido a essa tecnologia, algumas instruções podem ser passadas para as células. No caso das cancerígenas, a morte seria auto-programada. O método, conhecido como DNA-origami (vide imagem) foi desenvolvido inspirado na ação dos glóbulos brancos no corpo humano.



"O recipiente pode conter vários tipos de cargas. Portanto, ele pode incluir moléculas específicas com instruções codificadas, que podem interagir com a superfície de células de sinalização de receptores. Durante os estudos, as células de linfoma e de leucemia câncer foram atacadas."


A principal vantagem no uso do DNA é o fato do material ser biodegradável e compatível com o nosso corpo, tendo finalidade especificamente medicinal.


Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/ciencia/noticias/robo-feito-de-dna-pode-tratar-o-cancer

Capa da Invisibilidade(!!!)

A partir de folhas de nanotubos de carbono, um modelo funcional de "capa de invisibilidade" foi criado por cientistas da Universidade de Dallas, EUA. O recurso utilizado é o mesmo das miragens no deserto, utilizadas pra esconder objetos.
Os resultados do estudo foram apresentados na revista Nanotchnology em outubro do ano passado. O material, que tem a densidade do ar, é rígido como aço, e possui grande capacidade de conduzir e transferir calor para o ar ao seu redor, o que lhe possibilita causar o citado "efeito miragem".

"Por meio de estimulação elétrica, a folha transparente de nanotubos de carbono pode atingir altas temperaturas. Ao transferirem o calor para o ambiente ao seu redor, ela provoca o efeito miragem, fazendo com que os objetos colocados atrás da folha fiquem invisíveis."



Confira o vídeo no link abaixo!